Era o dia da aclamação do novo governador, D. Belivaldo Barbosa de Góias. O seu antecessor, o jovem D. Adolfo Azevedo de Sousa, tinha falecido na noite de domingo de ramos, com um golpe misterioso de coração.
O povo, reunido, aguardava em silêncio o bater dos sinos pelo mestre Alfredo, anfitrião da cidade há mais de 60 anos.
Subindo ao campanário, o mestre, de apelido Azevedo de Sousa, contemplava uma última vez as vistas mais bonitas da cidade. Nessa manhã de Páscoa, os sinos não tocaram.
― Dalila Dinis ―
16 de Novembro, 2022 at 18:55
Um requiem silencioso.
A contrastar com a sonoridade dos nomes.
17 de Novembro, 2022 at 16:05
Um misterioso golpe de coração e um silencioso suicídio… Dois ingredientes perfeitos para iniciar um romance policial. Ficamos em suspense, aguardando o próximo episódio!
24 de Novembro, 2022 at 5:33
Uma morte no dia de Páscoa. Bela antítese!! E o som dos sinos… Estava à espera desse som, por culpa da imagem! Linda escolha, Dalila!!
E os nomes: lembrei-me de Isabel Allende e García Marquez… nomes longos e cheios de história ou de histórias!!
Parabéns, Dalila!!
🙂