Incomodava-o aquela modéstia mastigada e sabichona, com os seus lampejos de inteligência, que por princípio admirava e por isso empecilho de gestos definitivos, obrigando-o a coexistir com um formigueiro nas costas e a vontade de lhe partir ossos pequenos de… Continue Reading →
Segundo a Biologia, o ser humano é sessenta e cinco por cento água. Mas a ciência está errada. Eu, contigo, sou cento por cento água, pois rio e fluo, devagar, até o nosso mar. A Morfologia também está errada. Não… Continue Reading →
Passando de carro no vilarejo. Vamos lentamente, não só por causa das restrições de velocidade, mas também porque o calor é intenso. Tão intenso que distorce as imagens, os sons e até as palavras. Três mulheres estão sentadas na esplanada…. Continue Reading →
Não era clara e quieta a água. O mergulho foi mal calculado. Não entendo as palavras distorcidas que, desorientadas, agora me enredam e não me deixam emergir. Preciso ir mais fundo, ao fundo em mim. ― Isabel Mattos ― Imagem:… Continue Reading →
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