A notícia correu veloz. Não havia tempo a perder. Compraram-se mantimentos. Janelas e portas foram calafetadas. As pessoas barricaram-se no lado de dento. O movimento das assassinas era imprevisível, indetetável. Os que tinham fé perderam-na, os céticos começaram a rezar…. Continue Reading →
Zuniam à sua volta como loucas. – Que barulho ensurdecedor! Parem imediatamente! – gritou, desesperada. Pararam diante dela, atónitas. – Mas porquê? – perguntou a mestra. – Porque assim não consigo focar nenhuma. São só uma nuvem e tenho de… Continue Reading →
Perdido o enxame, Amélia chorava. Um moscardo volteou-a. E ela voando aquela música, fez-se bailarina. ― Isabel Mattos ―
Abelhas ordeiras trabalham de sol a sol. O mel translúcido, cor de âmbar, dilui-se em pequenos compartimentos. A vida é isto — diz uma para a outra. Sob o olhar da rainha, as escravas vigiam o seu próprio zumbido. A vida… Continue Reading →
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