Category Abrir a gaveta

Doce Múrmurio

No dia em que nos conhecemos, gostei de ver a minha mão encaixada na tua. Todo o meu intelecto, todas as minhas realizações se dissolveram naquele momento… no deleite de sentir a minha mão na tua. Sempre gostei de caminhar… Continue Reading →

Inerte

A meio da noite, na carruagem, acordei estremunhada. Não sei o que me acordou do sono: talvez a já próxima chegada a Portugal, ou o cansaço da viagem. Foram três semanas intensas, por vários países de uma Europa limpinha e… Continue Reading →

UNDERGROUND

A coberto do motim, pisavas a cela pela primeira vez. Reconheci-te os olhos únicos de forasteiro, espreitando sempre que me estendias a malga de sopa aguada através da portinhola. E o toque, que se tornara cada vez mais demorado. A… Continue Reading →

Demanda | Ao invés de ou como Pirandello*?

Percebia uma história para contar, contudo perdida, não a encontrando em rosto, memória, música, poema ou notícia. Talvez inverter o sentido: – Ser repórter sua em dia seu, qualquer, aquele mesmo. Essencial era afastar o pressentimento da desilusão confirmada nas… Continue Reading →

Indiscrição

Se Pandora soubesse… ― Viviane Luis ― . Imagem: Jean Wei

© 2026 A Décima Quarta Mulher — Powered by WordPress

Theme by Anders Noren — Up ↑