Surpreendem-me de todas as vezes que te deixo. São duas adagas finas, que lá longe, em Samarcanda, um mercador com artes de prestidigitação acabou de lançar ao espaço. Sinto quando me atingem, se cravam no topo da garganta, paralelas, até… Continue Reading →
Todas as noites, a sala enche-se de música. A respiração acelera com a emoção. Os olhos fechados, os dedos entrelaçados. Os corpos unidos num abraço perfeito. As almas em sintonia, deixam-se guiar pela doce melodia. Os contos de fadas ensinam… Continue Reading →
— Querido, odeio-te! — Porquê?! Encolheu os ombros, enquanto olhava a lâmina da faca que segurava na mão. ― Mònica López Bages ― Imagem: https://fr.dreamstime.com/photo-stock-je-ne-connais-rien-n-ai-vu-rien-image47263240
Desta vez ia ser diferente: estas coisas sentem-se. Determinado, avançou. Deu por si no chão, de nariz para dentro e um braço rasgado. ― Teresa Gonçalves ― Imagem: Valery Tenevoy
Três silhuetas desenhadas em dias de um tempo irreversível. Tudo o que sabia de mim era como um dia de eterno verão. Partimos, agora sozinha com o pai. ― Dalila Dinis ―
Na luz que acorda a cotovia, a tua presença primordial enquanto desenho o dia, à medida. ― Isabel Mattos ―
Sinto muito – disse ele. Não, não sentes – retorquiu ela. Juro que sim – continuou ele. Duvidou ela. Não acreditas? Negativou com a cabeça. Os olhos pousados na chávena de café. Tens razão. Sou um mentiroso compulsivo. E até… Continue Reading →
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