Procurei no lixo. Foste o melhor que encontrei. Por agora, serves. ― Ana Lecoq ― Imagem de Steve Johnson – Pexels
Estava já desgrenhada e toda suja de tanto procurar no caixote, quando se lembrou: tinha-o atirado pela janela. ― Teresa Gonçalves ―
Um “pug” original, de valor inestimável, ofertado num gesto de ternura pelo próprio Frederico Augusto a Anna Constantia em pleno jardim japonês, na família desde então, perfazendo o total de nove gerações, orgulho de todos, preconceito de alguns, irremediavelmente estilhaçado… Continue Reading →
Duas crianças: Maria e Manuel. Ele é mais novo. Ela, mais experta. Gostam de brincar na rua. Às vezes com as pedras. Outras com a água. Não tem brinquedos. Só imaginação. — Olha, vamos encher esta carrinha com palavras começadas… Continue Reading →
Rendi-me. Já não aguentava mais o cheiro do desperdício humano. Três dia e uma manhã para selar o desencontro. Não encontrei o anel. ― Dalila Dinis ―
Ainda lá estará a palavra essencial e no entanto tantas vezes descartada pelo adquirido? Estarão lá todas as outras, que por essa arrastadas, abriram o caminho ao silêncio oco? Peso o fruto das que priviligiámos. ― Isabel Mattos ―
Bem que a sua mãe avisara, mas sabe como é a juventude, não sabe? Super-heroína, imortal, cabelo ao vento e um particular gosto para relações falhadas. Ainda tenho tempo – pensou quando assinava os papeis do primeiro divórcio. O primeiro… Continue Reading →
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