No primeiro dia de trabalho, o chefe pergunta: — Liste o manual? A minhoca encolhe os ombros e abaixa o olhar. Não sabe do que fala. — Destituída! — boceja irritado o chefe enquanto rasga o contrato, cujo segundo ponto… Continue Reading →
Sentia as unhas rasgarem a terra húmida. Gritou e, logo, a terra lhe invadiu a boca. Ainda estrebuchou quando o exército implacável de minhocas lhe percorreu o corpo. Lentamente… uma rastejou pela boca, depois pelos olhos. Dias depois, encontraram um… Continue Reading →
Aos pés da cruz, indiferente ao burburinho, a minhoca continuou com o seu infinito labor de salvar a Humanidade. ― Fernanda O’Brien ― Imagem: Pexels
Sem saber, *come que come, cava que cava, a minhoca feia e cega ia cumprindo vida a cuidar flores lindas. Sem saber, um dia morreu. ― Isabel Mattos ― *Luísa, sobe que sobe, sobe a calçada (…) In : Calçada… Continue Reading →
(Homenagem a Mònica Bages) Pensei que viviam na cabeça. Existiam desde sempre na minha. Caraminholas caminhantes preguiçosas entre as membranas do meu cérebro. Quando me disseram que precisava escrever sobre elas, senti que acordavam e bocejavam demoradamente. Permaneci neste estado… Continue Reading →
© 2026 A Décima Quarta Mulher — Powered by WordPress
Theme by Anders Noren — Up ↑