Era o seu dom. Por isso, a voar ou pousado, agradecia aos que o faziam perceber-se especial, cantando e cantando cada vez melhor, em crescendo. Um dia, parado sobre onda mansa de cansaço, olhou-se. As penas caindo uma a uma,… Continue Reading →
Na noite de Natal, a cidade parecia suspensa num brilho próprio, como se até o ar respirasse mais devagar. As luzes refletiam-se nas janelas antigas e nevava devagar — coisa rara em Londres, mas todos os Natais têm direito ao… Continue Reading →