As conversas que não oiço.
As tarefas que me esqueço de executar.
As palavras que ficam por dizer.
O tempo que passa.
As oportunidades que perco.
Os compromissos que adio.
As promessas que não cumpro.
Sobretudo o que sonho…
mas não só o que quero.
― Ana Lecoq ―
Imagem: lindsay Cotter, Unsplash
14 de Outubro, 2022 at 10:52
Ana, que maravilha! Pura poesia! O dia a dia do século XXI. Um ir e vir constante, uma corrida contínua e o tempo que não para… E o que fica aí, no nosso interior… à espera talvez de tempos melhores, à espera talvez do momento certo, ou simplesmente fica aí, pois é o seu esconderijo…
Parabéns, Ana! Lindo!! 🙂 :*
16 de Outubro, 2022 at 13:49
A diluição no quotidiano. A impossibilidade de nos controlarmos a nós próprios e até mesmo o que temos de mais íntimo.