Sei um.
Sempre assim: na carta, na cantiga, no corpo, no fruto, mesmo a palavra escusada, ou na parede escura, também na areia quente, pelo gesto inventado, na viagem.
Agora, calhou a um a dor única de ser ímpar. A escrita continua, permanente

― Isabel Mattos ―

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*Afonso Cruz
In A boneca de Kokoschka

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Imagem: José Rodrigues (Serigrafia)