Chegada há pouco e ainda do lado de fora da substância, a criança ensaia atribuições de sentido. Diz, “O mundo é todo igual. Nós é que mudamos, pois é?”

A mãe sorrindo lança um, “Não!” Depois, agarra a criança pelo calcanhar e puxa-a alguns palmos em direção à terra.

― Fernanda O’Brien ―