Estava prestes a arrancar os cabelos.
O erro a desafiava, rindo dela, enquanto o olhar do professor –e aquele sorriso de quem já prevê o desastre– queimavam na sua memória. Fazia, desfazia, escrevia, apagava… mas o erro continuava ali. De súbito, o silêncio da sala ofereceulhe uma resolução.
No dia seguinte, deixou à porta do escritório do professor uns potes de compota de maçã com rum. O rum apaga a memória, dizem.
O erro talvez também. Hum!
― Mònica López Bages ―
Imagem: Elaborada com apoio de inteligência artificial
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