Como amanhã, segura a chávena entre as mãos. O calor líquido espalha-se, por dentro, em conforto.
Logo a cadeira vazia tudo amorna. Acorda o ruído anónimo.
Ninguém sequer desconfia.
― Isabel Mattos ―
Imagem: depositphotos
Como amanhã, segura a chávena entre as mãos. O calor líquido espalha-se, por dentro, em conforto.
Logo a cadeira vazia tudo amorna. Acorda o ruído anónimo.
Ninguém sequer desconfia.
― Isabel Mattos ―
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