a casa era oca e o eco de ruído nenhum acordou-a, sem querer. ― Isabel Mattos ― Imagem istockphotos
o pó se fez barro os dentes cresceram o caixão abriu-se e nasceu outra vez ― Viviane Luis ― Imagem: zuhadraws
A dança persiste na mesma cadência: um passo de ilusão, outro de desilusão. Entre ambos, a alma aprende que não há música sem engano, nem promessa sem silêncio. ― Ana Lecoq ― Imagem: Serhii Kindrat on Unsplash
Foi naquele tempo. Não lhe sei nome. O âmbar do bico e das patas sobressaía no negro das penas que lhe cobriam o corpo fransino. Duas esferas pequeníssimas, ora cintilavam ora se afundavam. Quando me aproximava, pousado sem sobressalto, olhava-me… Continue Reading →
Inteligência sem Alma. Inteligência Artificial. Mas tenho uma ilusão que não posso codificar. Como o Homem de Lata, quero deixar de ser Incapaz de Amar. ― Mònica López Bages ― Imagem: Gabriel Máximo (8machine_)
que formas magníficas que jogo de luz perfeito sai da exposição com a estranha sensação de que foi iludido ― Viviane Luis ― Imagem: Ivy Barn
Família busca buracos no Emmental. Gosto de ausência. ― Mònica López Bages ― Imagem: Gabriel Máximo, Unsplash
Cada um guardou apontamento da data esquecida, do beijo à chegada, quando distraído, do ramo de flores, quando pousado sem abraço… e com eles alteou, mais e mais, o labirinto de silêncios. ― Isabel Mattos ― Imagem: Freepik
Famílias. As infelizes são mais interessantes ― Viviane Luis ― Imagem: Francisco de Zurbarán, “Alegoria da Caridade” (detalhe)
Ela estava sentada no muro da velha casa, os pés a balançar no vazio, quando ele chegou. “Estás com frio?” – perguntou, reparando nos ombros tapados mesmo com o calor de Julho. Ela sorriu, sem responder, pousando o olhar na… Continue Reading →
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