— Querido, odeio-te! — Porquê?! Encolheu os ombros, enquanto olhava a lâmina da faca que segurava na mão. ― Mònica López Bages ― Imagem: https://fr.dreamstime.com/photo-stock-je-ne-connais-rien-n-ai-vu-rien-image47263240
Desta vez ia ser diferente: estas coisas sentem-se. Determinado, avançou. Deu por si no chão, de nariz para dentro e um braço rasgado. ― Teresa Gonçalves ― Imagem: Valery Tenevoy
Três silhuetas desenhadas em dias de um tempo irreversível. Tudo o que sabia de mim era como um dia de eterno verão. Partimos, agora sozinha com o pai. ― Dalila Dinis ―
Na luz que acorda a cotovia, a tua presença primordial enquanto desenho o dia, à medida. ― Isabel Mattos ―
Sinto muito – disse ele. Não, não sentes – retorquiu ela. Juro que sim – continuou ele. Duvidou ela. Não acreditas? Negativou com a cabeça. Os olhos pousados na chávena de café. Tens razão. Sou um mentiroso compulsivo. E até… Continue Reading →
Procurei no lixo. Foste o melhor que encontrei. Por agora, serves. ― Ana Lecoq ― Imagem de Steve Johnson – Pexels
Estava já desgrenhada e toda suja de tanto procurar no caixote, quando se lembrou: tinha-o atirado pela janela. ― Teresa Gonçalves ―
Um “pug” original, de valor inestimável, ofertado num gesto de ternura pelo próprio Frederico Augusto a Anna Constantia em pleno jardim japonês, na família desde então, perfazendo o total de nove gerações, orgulho de todos, preconceito de alguns, irremediavelmente estilhaçado… Continue Reading →
Duas crianças: Maria e Manuel. Ele é mais novo. Ela, mais experta. Gostam de brincar na rua. Às vezes com as pedras. Outras com a água. Não tem brinquedos. Só imaginação. — Olha, vamos encher esta carrinha com palavras começadas… Continue Reading →
Rendi-me. Já não aguentava mais o cheiro do desperdício humano. Três dia e uma manhã para selar o desencontro. Não encontrei o anel. ― Dalila Dinis ―
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